Vida e morte, dia e noite um ciclo sem fim!
Mais sobre mim…
Já tinha em minha mente as coisas como eram, sabia que tudo ao meu redor era um ciclo, tudo tem um começo, meio e fim. Alguns duram uma vida, outros passam a próxima geração, outros se desfazem em pouco tempo.
Isto sempre foi algo meu, gostar de ouvir a história do outro, viver aquele momento narrado, buscando imaginar estar ali, viver aquilo, tanto para pessoas mais velhas, como em músicas e letras de canções.
Eu sempre procurava criar uma história com a sequencia de faixas de uma fita, LP ou CD, para mim era algo maravilhoso, não apenas ouvir, mas tentar viver aquilo, mesmo que por muitas vezes eu exagerasse no sentir.
E assim a palavra e toda a essência de Hauir estava tomando forma.
Nascimento da primeira capa do Hauir
Por alguns dias fiquei martelando a história da palavra aluno, a palavra “uir” e fui conhecendo um pouco sobre as mitologias e seus deuses. Shiva com sua dança do caos também inspirou minhas ideias.
Então em um final de tarde, sentado sobre a mureta da casa de minha avó, com um caderno de rascunhos e composições, me lembrava de tudo que havia aprendido, quando fiz um grande círculo na folha, onde via o ciclo da vida e das coisas…
Instantes depois via naquela folha imagens, cenas e pensamentos, via o ciclo como o sol e a lua, então fiz um ciclo interno um pouco menor. Como a marcação de um tempo de um baktun (e olha que nem conhecia sobre isto, mas me lembrei deles neste momento de escrita)…
…fiz linhas retas dentro deste aro formando espaços, ai vi uma roda do tempo ao mesmo tempo que via os raios de luz do sol e da lua, então intercalando fiz retas diagonais, formando pontas de setas ao mesmo tempo que as chamas do sol e da lua.
Sabia que o reflexo da lua era a luz do sol e que o sol era o “fogo” da vida, o fogo divino. Neste momento ao centro deste ciclo uma palavra surgia em minha mente…
Vida… morte… novo… velho… reflexos das ações do hoje no passado, no hoje do agora… construção… destruição (uir)… sem destruição (a)… existência… hoje… (h)… E no meio do ciclo escrevi HAUIR, o ciclo eterno de construção e destruição da vida. Não algo ruim, mas algo bom, algo que renova, pois para se ver e valorizar a luz é preciso ter as trevas.
Continua… não perca as próximas postagens…
01 – Nascimento do Hauir – 1ª parte
02 – Nascimento do Hauir – 2ª parte
Canções – 1ª Álbum – Hauir
Faixa 10 – Hauir – veja aqui
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